Clémence Guillard-Gonçalves

Terapeuta, Doula

Riachos, Lisboa

Sou Clémence Guillard-Gonçalves — mulher, esposa, mãe de três filhos, doula e artesã do toque. Acompanho mulheres nos grandes momentos de transição da vida — gravidez, parto, pós-parto e também outros momentos em que algo dentro de nós se transforma, se abre ou procura um novo caminho. O meu trabalho nasceu do meu próprio percurso enquanto mulher e mãe. Quando nasceu a minha primeira filha, algo em mim também se abriu. A maternidade levou-me a olhar para dentro, a escutar mais profundamente aquilo que vivia em mim e a seguir um caminho que nunca tinha imaginado. O meu percurso começou, porém, num universo muito diferente. Estudei inicialmente na área das ciências: frequentei uma classe preparatória para as Grandes Écoles, formei-me na École des Mines d’Alès e, mais tarde, concluí um doutoramento em Geografia no IGOT-UL, dedicado aos riscos associados aos movimentos de vertente. A ciência ensinou-me a observar, questionar, compreender sistemas e estar atenta aos seus delicados equilíbrios. A maternidade conduziu-me a uma outra forma de conhecimento — aquela que passa pelo corpo, pelas emoções, pela intuição e pela sabedoria do que está vivo. Foi então que me formei em acompanhamento perinatal e práticas corporais, nomeadamente com Luísa Condeço (Rede Portuguesa de Doulas), Naoli Vinaver (L’Art de la Naissance) e Miguel Borges (massagens e Sattya Experience®). Hoje, uno escuta, presença e toque no meu trabalho. Ofereço massagens com óleos e Rebozos durante a gravidez e o pós-parto, Sattya Experience® durante a gravidez, assim como diferentes rituais corporais que acompanham e honram os momentos de transição. Crio espaços onde as mulheres podem abrandar, respirar, suavizar, voltar a habitar o seu corpo e simplesmente sentir-se acolhidas naquilo que estão a viver. A minha intenção não é dizer a uma mulher como deve viver o seu percurso, mas oferecer-lhe uma presença segura e cuidadora ao seu lado — escutando, apoiando e respeitando o seu próprio ritmo. Proponho sessões online e acompanhamentos presenciais em Portugal, assim como, pontualmente, em França — no Aveyron durante os meses de julho e agosto, e na região de Paris durante dezembro e janeiro. Estar presente. Escutar. Tocar. Acolher o que está a acontecer. Com suavidade, presença e respeito por aquilo que procura nascer.

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